A maioria das pessoas pensa em aposentadoria quando já está perto — mas as melhores decisões são tomadas com antecedência. Um planejamento previdenciário bem feito pode antecipar a data da aposentadoria, aumentar o valor do benefício e evitar surpresas desagradáveis na hora de pedir.
Ainda está trabalhando e quer saber quando e como se aposentar da melhor forma possível.
Está pensando em mudar de emprego ou sair para trabalhar por conta própria e quer saber os impactos previdenciários.
Tem dúvida se compensa continuar contribuindo ou se já pode pedir a aposentadoria.
É autônomo ou MEI e quer organizar suas contribuições de forma estratégica
Quer entender o impacto da Reforma da Previdência no seu caso específico.
Quer entender como aumentar o valor da aposentadoria antes de dar entrada
Analisamos todo o histórico de contribuições no CNIS, identificamos eventuais lacunas ou divergências e verificamos as regras aplicáveis ao seu caso — incluindo regras de transição.
Calculamos diferentes cenários: qual seria o benefício se você aposentar hoje, em 1 ano, em 3 anos — e qual modalidade gera o maior valor na menor espera.
Com base nas simulações, definimos a melhor estratégia: data ideal, modalidade mais vantajosa, se vale a pena contribuir mais ou de forma diferente para melhorar o benefício.
Se ainda há tempo de otimização, orientamos sobre como e quanto contribuir para maximizar o benefício dentro do seu orçamento e prazo.
Ficamos disponíveis para ajustar o plano conforme mudanças na legislação ou na sua vida profissional — e damos entrada no pedido quando chegar a hora certa.
O quanto antes, melhor. Para quem ainda tem 5 anos ou mais até aposentar, ainda é possível tomar decisões que fazem diferença real no valor final — contribuições estratégicas, regularização de períodos, aproveitamento de regras de transição. Para quem está a 1 ou 2 anos, o foco é garantir que o pedido seja feito da forma mais vantajosa possível.
Depende do seu histórico e do quanto falta para aposentar. Contribuições complementares podem aumentar a média salarial e, consequentemente, o benefício. Mas o cálculo precisa ser feito caso a caso — às vezes o impacto é significativo, outras vezes não compensa financeiramente.
Para quem já contribuía antes de 13/11/2019, existem regras de transição que preservam direitos adquiridos. Dependendo do caso, pode ser mais vantajoso se aposentar por uma regra de transição do que pelas novas regras. Essa análise é um dos pontos centrais do planejamento.
Períodos sem registro em carteira ou sem contribuição ao INSS em geral não são computados. Há exceções: trabalho rural (em alguns casos), recolhimentos em atraso (dentro dos limites legais) e ações judiciais para reconhecimento de vínculo trabalhista. Cada caso precisa de análise.